FALSOS ÍNDIOS DESEJAM BENEFICIOS DO GOVERNO

Abaixo reproduzimos algumas notícias sobre falsos índios

Dezenas de pessoas estão se dirigindo à Fundação Nacional de Saúde para exigir a retirada dos seus nomes de um cadastro que vem sendo utilizado pela FUNAI para forjar aproximadamente três mil supostos índios, na região onde pretende demarcar – 47.376 hectares  nas cidades baianas de  Ilhéus, Una e Buerarema. Denunciando irregularidades que incluem desde financiamentos bancários até terras, para se cadastrarem – decidiram pública e regularmente – não mais avalizarem o movimento por terras e teto, denominado Tupinambá. O episódio deve ser visto como um “não” potencial à utilização de grupos de incautos, como “massa de manobra” política.

 

 

ESTRANGEIROS ESTÃO  AFIRMANDO SER ÍNDIOS PARA RECEBER VANTAGENS DO GOVERNO  BRASILEIRO

Embora esta reportagem seja de agosto de 2008, nada indica que  o problema esteja resolvido.

Marli Lange  DOURADOS – A coordenadora da Ong Recovê, Roseli Maria Ruiz, revela que está levantando provas de que paraguaios e bolivianos que se passam por índios, moram em aldeias da região de fronteira, onde a Funai (Fundação Nacional do Índio) determinou os estudos antropólogicos que futuramente pode resultar em demarcações.
Segundo ela, a Ong entregou ontem ao governador André Puccinelli (PMDB) um documento provando que um paraguaio se passa por “cacique” e que convive entre índios em uma aldeia da região.
Roseli informou que o governador pretendia levar o documento e apresentar ao presente do Supremo Tribunal Federal (STF), com quem teria uma audiência ontem.
“São muitas as denúncias que temos de falsos índios que fazem documento no Brasil e recebem benefícios, fruto de nossos impostos”, afirmou Roseli. Ela lembra que existem muitas denúncias de falsidades ideológicas. “As denúncias são muitas, mas o problema é levantar a documentação”, disse.
Um exemplo que chegou até a Recovê ontem à tarde, é o caso de uma pessoa que se declara índia, mas que na verdade é possível que seja branca e de descendência boliviana, por causa das contradições das informações nos documentos.
A certidão de casamento da mulher, de 1986, declara que ela nasceu em Campo Grande e que o pai é nascido em Miraflor, na Bolívia. Já a certidão de nascimento de índio da mulher, expedido pela Fundação Nacional do Índio (Funai), declara que o pai dela é da aldeia Buriti e descendente da etnia Terena.
De acordo com Roseli, a documentação da pessoa será entregue ao governo do Estado para que faça as  investigações. As provas serão juntadas às ações que estão sendo encaminhadas pelo Estado, a fim de  impedir demarcações.
O objetivo é provar que o número de índios em Mato Grosso do Sul não é o que declara a Funai para ter motivos de futuramente fazer demarcações de terras de forma indiscriminada.
DEMARCAÇÃOAté ontem os produtores rurais da região de Dourados não tiveram informações de que os trabalhos dos estudos antropólogicos teriam começado na região. A maior apreensão dos produtores rurais é que a Funai não informa quais áreas dos 26 municípios, vão passar pelas pesquisas antropológicas.
O prefeito de Maracaju, Maurilio Azambuja, entrou na semana passada com um Mandado de Segurança para que a Funai seja obrigada a repassar informações sobre os trabalhos que serão realizados na região. “Queremos saber quais são as terras que vão passar por estudos, datas e hora que os pesquisados vão entrar nas propriedades; é nosso direito”, declarou Azambuja ontem ao O PROGRESSO.
Segundo o Sindicato Rural de Dourados, uma ação conjunta deverá ser impetrada pelos produtores rurais. Após a reunião de segunda-feira, com os 24 presidentes de sindicatos rurais da região, em Dourados, os dirigentes decidiram levar a proposta de uma ação conjunta para suas bases sindicais. Pela proposta os produtores terão que ratear recursos para pagar os serviços de advocacia para que as portarias que determinam os estudos antropológicos sejam barradas. A decisão sobre a ação deverá ser tomada até a próxima semana quando todos os sindicatos terão respostas concretas dos produtores.
Fonte: Douradosagora

 

Carta Aberta a Sociedade dos Tupinambá da Serra do Padeiro ( escrita em 19.04 )


A aldeia Tupinambá – serra do Padeiro abrange os municípios de Ilhéus, Una e Buerarema. Localizada a 450 Km da capital Salvador-BA , tendo 175 famílias indígena vivendo tradicionalmente sua cultura. Desde 2004 vem sofrendo vários descasos por parte dos poderes públicos da região. Hoje ( 19.04) dia do índio nossa comunidade se encontra indignada com os descasos que vem nos tratando,simplesmente porque estamos lutando para defender o nosso território tradicional. Hoje estamos sofrendo os preconceitos, ameaça e opressões que os nossos antepassados sofreram a 1500 anos atrás. No dia 17 de abril o nosso cacique Rosivaldo Ferreira da Silva ( Babau ) foi convidado para uma reunião na FUNAI para tratar da composição do GT que fará o complemento do relatório do nosso território. Sendo preso dentro da FUNAI sem nem ao menos saber o motivo.
Estamos nos perguntando como uma pessoa é presa se no mandado de prisão não consta a causa nem ao menos o artigo que o acuse?
Sabemos também que todo cidadão tem direito a defesa, mas o Juiz da Comarca de Buerarema se nega a passar dados a Procuradora da FUNAI para que ela faça a defesa do índio.
Isso nos leva a confirmação de que tudo não passa de preconceito contra nós índios.
Entendemos que ele foi preso por não concordar com um acordo proposto por autoridades governamentais da região, os quais vem retendo verbas federais para investir na saúde indígena do povo Tupinambá de Serra do Padeiro, e nada é investido em prol da comunidade. Sofremos com pessoas com hipertensão, diabéticas e outras demandas de saúde e ninguém nos atende pois a FUNASA diz que é responsabilidade do município de Buerarema e o município de Buerarema nos nega o atendimento, e para resolver esse impasse a comunidade de Serra do Padeiro apreendeu os veiculos do município de Buerarema os quais estavam tirando cascalho ilegalmente dentro da aldeia sem a permissão da comunidade nem ao menos do IBAMA.
Maquina não tem vida nem sente dor, nem tem entes queridos para sofrer por sua ausência. Mas nós seres humanos sim, temos vida, direito e entes queridos que sofrem por descaso das autoridade.
Estamos indignados e nesse momento solicitamos vossos apoio para que nossa causa seja divulgada.

Atenciosamente,

Comunidade Indígena Tupinambá de Serra do Padeiro.

 

Bolsas do Prouni a falsos índios serão investigadas

A Comissão de Fiscalização Financeira e Controle da Câmara dos Deputados decidiu semana passada enviar, ao Tribunal de Contas da União (TCU), pedido de investigação da oferta de bolsas do Programa Universidade para Todos (Prouni) a estudantes que se declararam indígenas. Uma representação sobre o tema (de número 33/08) foi apresentada à comissão pelo Instituto Americano das Culturas Indígenas do Brasil, que pediu a averiguação de fatos publicados no jornal Correio Braziliense em 3 de agosto de 2008.

De acordo com o jornal, há denúncias desde 2005, ano de implementação do Prouni, de pessoas que se declaram descendentes de indígenas só para obter bolsas de estudos. Recebido o benefício, muitos estudantes teriam negado qualquer parentesco com índios.

Para o relator da representação, deputado Felipe Bornier (PHS-RJ), a investigação é pertinente, pois as denúncias envolvem o uso de recursos públicos

Clique aqui e acesse o link original da notícia

Pesquisa: Jorge Roriz

13 Respostas to “FALSOS ÍNDIOS DESEJAM BENEFICIOS DO GOVERNO”

  1. Tatiana Says:

    Temos realmente que investigar, pois esta cada dia mais comum os pedidos de reservas indigenas sem nenhuma procedencia. Nós brasileiros somos inocentes, burros eu diria, pois as ONGs estão tomando conta da nossa amazônia atraves de reservas que passam a ser patrimônio da humanidade e deixam de ser nossas terras. Tem ONG que dá até curso de como se tornar indio para conseguir reserva! Acorda Brasil!

  2. Robson Albert Says:

    Esses falsos índios que se passam por tupinamás pela serra do padeiro, são monte de preguiçõsos, querem viver de esmola do governo e roubando as terras dos fazendeiros, nunca foram índios, vão trabalhar monte de carlhotas.

  3. indio Says:

    Eu posso dizer que o prezado não sabe do que esta falando, eu sou indio e não sou preguiçoso. mas, eu estou aguardando a justiça de Deus .aí nos vamos ver quem é os carlhotas.

  4. Jorge Roriz Says:

    Não disse que você é preguiçoso. Estou falando dos falsos índios. Os verdadeiros índios são muito trabalhadores e merecem nosso respeito.

  5. ju Says:

    AS TERRAS NÃO SÃO DOS FAZENDEIROS NEM DESSES QUE SE DIZEM ÍNDIOS,MAS SÃO NOSSAS DOS ”ÍNDIOS” ACHO QUE VCS LEMBRAM MUITO BEM QUEM FORAM OS PRIMEIROS HABITANTES DO BRASIL,NA VERDADE OS ÍNDIOS DEVERIAM REINVINDICAR O BRASIL INTEIRO,NÃO APENAS ”pedaços” DE TERRAS.E VCS QUE SÃO DESCENDENTES DE PORTUGUESES,ALEMÃES OU SEJA LA DE QUEM FOR,PROCURASSEM OS DIREITOS DE VCS.O BRASIL É DOS ÍNDIOS,ACORDEM SEUS DESCENDENTES DE IMIGRANTES…

  6. Jorge Roriz Says:

    Por este raciocínio, ninguém é dono de nada. Antes dos índios chegarem no Brasil? As terras eram de quem? Dos pássaros? Das árvores? dos homens de caverna? A lei precisa ser respeitada. Existem pessoas com ´títulos de terras legais, que passam de pai para filho ( com mais de 100 anos) que estão perdendo seus imóveis para doação aos quilombola, aos índios e falsos índios. O pior, são pessoas que produzem alimentos para o consumo interno e até para exportação ( ajudando a economia brasileira).

  7. Adriana Santos Says:

    Eu quero minha identidade reconhecida, mas não quero terra nem nada de ninguém. O que será meu conquistarei com frutos do meu trabalho. Só quero minha identidade. Ser reconhecida como indio-descendente. Da mesma maneira que o negro se auto-declara, também tenho direito de me declarar, sem precisar receber ônus do governo. Só uma questão de identidade que não consigo resolver e outros conseguem com tamanha facilidade.

  8. Jorge Roriz Says:

    Adriana
    Entrarei em contato para uma entrevista. Envie sue telefone com DDD para: jornalismo@jorgeroriz.com.br

  9. Jorge Roriz Says:

    ADRIANA
    Me envie seu telefone para fazermos uma entrevista.

  10. Polícia Federal investiga falsos índios em Manaus | Ecoamazônia Says:

    [...] ver mais em: http://www.cbnmanaus.com.br/ronaldotiradentes/?p=9813 - http://jorgeroriz.wordpress.com/falsos-indios-desejam-beneficios-do-governo/ [...]

  11. ana claudia pinto dos santos Says:

    sou india dos tupinamba de olivença cadastrada tenho 3 filhos de menor nunca recebe nen um benifisio nem uma sexta basica vou fazer uma denusia

  12. souza Says:

    isso e uma grande palhaçada.

  13. pedro Says:

    Aqui no Sul da Bahia não temos índios , temos é quadrilhas de bandidos , saqueadores , ladrões , e matadores ,que expulsam os donos das pequenas propriedades a força ou até matam como houve vários casos na região . Precisamos nos defender com a mesma moeda . Como o Governo Federal não acaba com essa pouca vergonha de invasões de terras por todo o país,contra os índios falsos principalmente em UNA , Ilhéus e Buerarema, Precisamos formar grupos que defendam as áreas invadidas ,e tirem esses bandidos a força. Ressalto que , devemos fazer REPÚDIO AS MERCADORIAS ROUBADAS POR FALSOS ÍNDIOS , NÃO COMPRAR NADA DESSES SAFADOS .PRODUTORES UNIDOS PELA PERMANÊNCIA DE SUAS TERRAS DE DIREITOS !!!!

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