CPI DE CACHOEIRA: A PIZZA ESTÁ SENDO ASSADA

20/05/2012

A PIZZA DA CPI ESTA SENDO ASSADA E PELAS DECLARAÇÕES DO MINISTRO REVISOR DO MENSALÃO, O JULGAMENTO NÃO DEVERÁ  ACONTECER NESTE PRIMEIRO SEMESTRE ( FAVORECENDO A PRESCRIÇÃO DOS CRIMES). ESPERO QUE EU ESTEJA ENGANADO E O JULGAMENTO OCORRA. PARA ISSO É PRECISO PRESSÃO DA SOCIEDADE E DA IMPRENSA.

“A Folha analisou outras dez grandes comissões de inquérito criadas desde a CPI do Collor (1992). Nunca antes, em seus primeiros 15 dias de trabalho (descontados fins de semana, feriados e recessos), uma comissão ouviu tão poucos envolvidos e demorou tanto para tomar seu primeiro depoimento público.” ( Folha Online)

Considerando  que nesta CPI, ( ao contrário das outras CPIs)  grande parte dos fatos já foram investigados pela PF. A gravidade e o número de parlamentares e governadores envolvidos. O torpedo de Vacarrezza ( ex-líder do governo blindando o governdor do Rio de Janeiro), a dispensa da investigação da empresa Delta ( com obras em todo país), concluímos que a PIZZA esta sendo assada.

A CPI foi criada por Lula para atacar apenas um governador de Goías  ( Marconi Perillo – PSDB) a revista Veja, e o procurador da república, para desmoralizar o julgamento do mensalão. Como Lula não alcançou seus objetivos, a Pizza foi decretada. Vale destacar que a DELTA recebeu 4 bilhões do governo federal e é a empresa com o maior número de obras do PAC. Após o escândalo, ela  praticamente faliu, mas foi estranhamente comprada por uma empresa que possui 30% do seu capital financiados pelo BNDS ( banco estatal). O povo paga a conta.

Jorge Roriz

Comissão da Verdade ou comissão ideológica revanchista da mentira de um lado só?

18/05/2012

Se crimes ocorreram em ambos os lados, por que apenas um dos lados  será punido? É preciso esclarecer que os militares ( alguns jovens soldados servindo a pátria) estavam apenas cumprindo seu dever constitucional. O país se encontrava em baderna e desordem e a população pediu a interferência do exército para salvar o país de um regime que os guerrilheiros urbanos, treinados em Cuba e em Moscou queriam implantar.

Mas e a ditadura? A ditadura foi consequência da não devolução do poder, dos militares aos civis logo após a vitória do exército  e rendição dos baderneiros. E por que não fizeram isso? Para os baderneiros não voltarem. E eles voltaram. Estão infiltrados em todos os setores do governo com quadrilhas organizadas roubando a nação, interferindo na Constituição e no judiciário e planejando ficar indifinidamente no poder. A impunidade e a proteção a bandidos, corruptos e criminosos nunca foram tão evidentes.

Sequestros, assassinatos, roubos a bancos, bombas caseiras em locais públicos ( matando civis, militares,  e  jovens, velhos e crianças inocentes, isso não será punido? Não são  crimes?

Pode uma lei que anistiou ambos os lados, ser revogada de forma parcial, após mais de 30 anos de implantada, para punir  apenas um dos lados?

O que querem? Se a comissão de mentira ( de condenação de um lado só) deseja saber onde estão os corpos, quem matou quem, que apure. Mas se desejam punição, revanchismo, e vinganças, que seja apurado os crimes de ambos os lados.Estão abrindo feridas  cicatrizes, estão mexendo em vesperos.

O exército brasileiro está atento. Os homens que compõe  a mais respeitada instituição do país não vão permitir que ex- terroristas bandidos ( se é que existe ex bandidos) possam manchar nossa instituição. Apenas por vingança ideológica. Estamos vivos, estamos atentos.

Quem ama o Brasil, ama o exército brasileiro. Fora isso, são traidores da  pátria ou ignorantes da verdadeira história.

Jorge Roriz

VACCARREZA: O RETRATO DO CINISMO PETISTA

18/05/2012

Mensalão somente será julgado em agosto. Os mensaleiros agradecem

20/05/2012
Jorge Roriz
COINCIDÊNCIA OU ARMAÇÃO PARA BENEFICIAR OS MENSALEIROS? O  julgamento do mensalão somente  será iniciado em Agosto ( deveria ser iniciado em junho), mas não será concluido este ano. O ministro do STF Cesar Peluso, vai se aposentar  em setembro e como será necessário a escolha de outro ministro, o julgamento será interrrompido e reiniciado após as eleições. Em novembro, o ministro Ayres Britto se aposenta e até a escolha do subistituto, o julgamento não deverá ser concluido esta ano ( beneficiando os mensaleiros)

REINALDO AZEVEDO

“Por que é preciso que esse processo seja julgado no primeiro semestre? Cezar Peluso, que preside o tribunal até 18 de abril — no dia 19, assume o ministro Ayres Britto, que ficará pouco tempo no cargo (já chego lá) —, faz 70 anos no dia 3 de setembro e, por lei, tem de deixar a Corte. A escolha da ministra Rosa Weber — que levou quatro longos meses — já deixou claro não se tratar de um procedimento muito simples. É consenso que um processo com essa importância terá de contar com os 11 membros do tribunal. Assim, caso o mensalão não seja julgado até agosto, terá de ser adiado ainda mais. Duvido que se tenha o tribunal completo até as eleições de outubro. E pronto! O desejo nada secreto do PT estará se cumprindo. Mas não é só: caso fique tudo para depois das eleições, aí será  a vez de o próprio Ayres Britto, que faz 70 anos no dia 18 de novembro, se aposentar. De novo, então, voltará a questão: “Temos de ter o tribunal completo… Por que não se deixa tudo para 2013?” E assim vamos seguindo para as calendas… Estima-se que o julgamento não dure menos de um mês. São 38 réus. O advogado de cada um deles tem uma hora para fazer a defesa de seu cliente — ou seja, 38 horas apenas de sustentação oral da defesa. Não se sabe se o recesso de julho terá de ser ou não suspenso — porque Lewandowski, até agora, não dá pistas do que tem em mente. Dá-se de barato que só as sessões plenárias das quartas e quintas serão insuficientes para dar conta do recado até, reitero, o fim de agosto, quando Peluso deixa o tribunal.

Voltei Entenderam o busílis? Se o julgamento não se der até setembro, Peluso tem de sair, e começa a novela para a indicação do substituto. Em novembro, é a vez de Britto. Mas não é só isso. Eu não sei qual é o voto de Peluso, mas boa parte dos petistas diz saber: eles o consideram um voto certo pela condenação da maioria dos acusados. Logo, preferem esperar que deixe o Supremo. Quando Lewandowski afirma que o julgamento se dará ainda neste ano, pode estar pensando em, sei lá, novembro, com Peluso já substituído e Britto eventualmente fora do tribunal. Embora, em muitos aspectos, ele seja o ministro mais à esquerda do plantel, os petistas  não “confiam” muito no seu voto também…

Conclamemos, com o devido respeito, o ministro Lewandwski a concluir a sua revisão e a realizar logo o julgamento do mensalão. A procrastinação fica parecendo combinação de resultado, ainda que não seja. Os mensaleiros já tentaram jogar lama no Supremo o que chega. É hora de pensar também na reputação do tribunal, uma instituição que tem de ficar a salvo de chicanas. As instituições contam com Vossa Excelência, ministro Lewandowski!

Ai de um país que restar com um bando impune e uma Suprema Corte desmoralizada!”

REINALDO AZEVEDO

Revisor,  quer concluir voto até junho e lembra expectativa da sociedade

O Globo

BRASÍLIA E CURITIBA – O ministro Ricardo Lewandowski, revisor do processo do mensalão, está tentando concluir seu voto até meados de junho. No gabinete dele, a maior parte dos assessores foi deslocada para trabalhar no processo. Se a expectativa for confirmada, o julgamento do processo poderia ocorrer em agosto, e não neste semestre. Isso porque o Supremo Tribunal Federal (STF) tem recesso marcado para julho, e o julgamento tem previsão de durar pelo menos um mês.

Uma solução para realizar o julgamento logo seria iniciá-lo na sequência da apresentação do voto de Lewandowski e estender as sessões pelo mês de julho. No entanto, muitos ministros se opõem a essa fórmula — inclusive o relator, Joaquim Barbosa, que planeja viagem de férias. Portanto, o mais provável seria o julgamento começar em agosto. Essa hipótese traz um detalhe: Cezar Peluso vai se aposentar e não deverá participar da votação.

Ritmo acelerado para ler processo

Nesta sexta-feira, no 3º Congresso Brasileiro de Direito Eleitoral, em Curitiba, Lewandowski comentou o andamento do processo e disse que tem trabalhado em ritmo acelerado para garantir o julgamento do processo ainda este ano. Aqui

PS – O Ministro Ricardo Lewandowski desanima o Brasil decente. Gostaria de entender melhor se, apenas um JUIZ do STF está acima dos demais juízes que compõe a Côrte Máxima do Poder da Justiça. Quer dizer que, os demais juízes, mais o presidente do STF, estão submetidos à sombra da pior espécie que encarna Lula da Silva e José Dirceu? MOVCC

Cidadão mal formado é caldo de cultura para o totalitarismo e a corrupção

20/05/2012

Francisco Vianna

A formação do cidadão, no Brasil, é uma das piores do mundo. Não adianta ficar pondo a culpa nas escolas ditas “de ensino superior”, se o ensino fundamental e o médio são de péssima qualidade. Crianças, mal educadas e mal ensinadas, passam de ano como se a finalidade da escola fosse apenas exarar um certificado ao final dos cursos. O sistema educacional em vigor é equivocado e criminosamente mantido por uma seara acadêmica de professores mal preparados, mal pagos, estressados, sem segurança funcional e com alunos que passam de ano com aproveitamento ruim e abaixo do que se poderia conceber como nível de corte para isso.

            A educação, quase sempre não recebida em casa ou na escola, favorece o crime, o uso de drogas, a rebeldia contra os valores morais e  civilizacionais cristãos e estabelece condutas de agressão e desrespeito aos semelhantes. A competência profissional não é o escopo e o mercado de trabalho por si só não consegue melhorar o nível da oferta de mão de obra qualificada. A sensação que se tem, é que a ignorância, a incompetência, a imoralidade, e a desonra são cultivadas, hoje em dia, como espécies de ‘virtudes’ republicanas e sinais de ‘esperteza’ e inteligência.

            O primeiro grande absurdo no sistema escolar brasileiro é a não distinção entre educação e ensino. São coisas díspares, embora complementares, na formação de um cidadão socialmente participativo, ou seja, capaz de formar suas opiniões, e de funcionar de forma política e economicamente ativa (e, pois, socialmente) na manutenção da sua comunidade, estado e nação.

            No meu entender, a educação é um conjunto de valores culturais e civilizacionais que a família e não a escola deveria passar para os seus dependentes. Todavia, há que se considerar a realidade de uma possível maioria de famílias desestruturadas, fragmentadas e por muitos motivos – entre os quais se sobressai o acúmulo de gerações mal educadas e mal ensinadas – incapazes de educar quem quer que seja. Então, a escola tem que educar essas pessoas, essas famílias, fazendo-os compulsoriamente alunos para a formação de uma cidadania melhor.

            O ensino é o conjunto conhecimentos teóricos e procedimentos práticos cujas técnicas pedagógicas visam o resultado de fazer o aluno aprender tudo aquilo do qual dependerá a qualidade da sua futura vida profissional. O ensino tem que ter como horizonte, a capacitação profissional e a educação deve ter como horizonte a capacitação cultural e a assimilação dos valores morais de nossa cultura judaico-cristã, além de se esmerar na construção de um cidadão democrático, que valorize o mérito e capaz de entender a vida que o cerca, os acontecimentos que se sucedem na sua comunidade, no seu estado, no seu país, e no mundo.

            Como se consegue isso?

            Primeiramente, adotando essa conceituação básica de diferenciar essas duas partes importantíssimas na formação da cidadania. O próprio conceito de cidadania deve mudar. Há um contingente, ainda minoritário, de pessoas capazes, adimplentes, probas, honradas, e cujas ações devem ser consideradas parâmetros a serem estabelecidos para a formação de um brasileiro melhor.

            A cidadania, pois, não deve levar em consideração a faixa etária, mas sim a escolaridade educacional e de ensino. Se transformarmos o certificado de conclusão do segundo grau num chamado ‘DIPLOMA DE CIDADÃO BRASILEIRO’, já estaremos dando um passo gigantesco para criar no Brasil um povo-potência, condição legítima para termos a seguir, como consequência natural, um Brasil-potência. Um país não é rico porque tem um estado totalitário e rico, mas porque tem um povo educado, competente, e, por conseguinte, rico. A falta de educação e a ignorância são preceptoras da pobreza e da miséria. O cidadão mal formado é caldo de cultura para o totalitarismo e a corrupção institucional.

            É claro que, a partir daí, todas as pessoas que não tiverem a conclusão do segundo grau não poderiam ser considerados “cidadãos” e, por tal razão, teriam que ser consideradas “dependentes”. Esse grande contingente, ainda majoritário, de dependentes, estaria vinculado às quatro molas propulsoras da sociedade civil:

- o cidadão;
- os grupos de cidadãos;
- as empresas;
- o estado.

 O cidadão, em tese, teria sob seus cuidados os seus próprios dependentes, nas pessoas de seus filhos e parentes entregues à sua tutela, que ainda não tivessem terminado o segundo grau. Caso a família fosse formada por pessoas não qualificadas para exercer a cidadania, elas deveriam estar aos cuidados de grupos de cidadãos (associações, sindicatos, ONGs, etc.) que a sociedade civil estimularia para se dedicarem a essa atividade social básica e pioneira.

Tais pessoas, também, poderiam ser adotadas culturalmente e pedagogicamente por empresas nacionais ou internacionais com investimento considerável no país, pois elas são, em tese, as principais interessadas em sua futura mão-de-obra qualificada.

Finalmente, caso as três instâncias acima não conseguissem educar e ensinar todas as pessoas dependentes e fazer delas cidadãos qualificados conforme os conceitos acima, o estado assumiria o que sobrasse, a partir do município, depois do estado e finalmente em âmbito federal.

As pessoas em formação, os dependentes, não seriam em nada ‘inferiores’ aos cidadãos como pessoas humanas, assim como os nossos filhos não são inferiores a nós, seus pais e responsáveis. Apenas seguiríamos a lógica de não exigir, delas, os deveres e responsabilidades inerentes ao exercício da cidadania, enquanto elas ainda não estivessem preparadas para tal. Evidente é que a falta de deveres e obrigações corresponderia, diretamente, à inexistência de direitos correspondentes por eles consubstanciados.

Os dependentes, enquanto nessa condição, não teriam nenhuma participação política, não poderiam ser proprietários, não pagariam impostos, e exerceriam atividades apenas como aprendizes, mesmo que, por isso, viessem a receber algum tipo de ajuda de custo. Não poderiam, pois, receber salários nem qualquer tipo de honorários profissionais, uma vez que somente os cidadãos educados e profissionais, a partir da conclusão do segundo grau, teriam o direito a isso.

É preciso, também, que os cursos educacionais sejam ministrados paralelamente, mas não misturadamente, com os cursos de ensino de formação profissional. Aí, então, reside o problema dos pedagogos e profissionais de educação e de ensino, em estabelecer quais as matérias ou disciplinas pertencem a cada tipo de formação. Apenas como ilustração, atrevo-me a dizer que, na minha concepção, as matérias de educação seriam, por exemplo, a Educação moral e cívica, a Educação artística, a Urbanidade, a Leitura e interpretação de textos, a Higiene alimentar e vida saudável, a História do Brasil e Geografia histórica brasileira, a História Universal e geografia histórica da humanidade; a Filosofia; a Educação religiosa; a Estética e Sociabilidade; as Noções de direito e de dever, etc.

Os cursos de ensino profissional abrangeriam, então, as matérias que todos necessitarão nas suas vidas profissionais, tais como: Matemática, Línguas, Ciências Naturais, Ecologia e climatologia, Física, Química, Biologia, Genética, Informática, Administração pública e privada, Matemática financeira, Estudo das Profissões, todas direcionadas à formação de profissionais de nível médio, que é o que o país mais necessita.

O nosso desemprego decorre muito mais da falta de mão de obra qualificada do que da falta de vagas no mercado de trabalho. Vivemos num mundo altamente competitivo onde as pessoas que não estão preparadas para terem uma atividade produtiva, fatalmente terão uma atividade destrutiva. Cabe aos cidadãos e as suas instituições de representatividade democrática, privadas e públicas, a responsabilidade de zerar o déficit educacional e de ensino que existe de forma alarmante na nossa sociedade.

Dentro desta perspectiva, salta ao entendimento que o interesse geral da cidadania e do estado passaria a ser a formação dos seus dependentes, da melhor maneira e da maneira mais rápida possível, transformando-os e cidadãos de uma qualidade muito melhor à que temos hoje.

A sedimentação de valores éticos e culturais cristãos criaria uma mística de honestidade, honradez e probidade que parece, hoje, estar perigosamente se desvanecendo, se é que, algum dia, tenha existido em nosso país de modo efetivo.

Está lançada a ideia. Devemos trabalhá-la para fazê-la prosperar.

O Brasil merece isso!

Quem mandou matar Celson Daniel?

20/05/2012

Apesar de ter ocorrido o julgamento do caso, alguns acusados estão soltos ( o ”Sombra” por exemplo). E os verdadeiros mandantes do crime não foram punidos.  Embora muitos inistam em outra versão, o promotor está convencido que o crime foi político. APÓS O CRIME, 15 PESSOAS FORAM ASSASSINADAS ( QUIEMA  DE ARQUIVO.)

A estranha frase do ministro do Supremo. Este ano ou no próximo mês?

19/05/2012
Em entrevista publicada no site Folha Online, em 14 de abril, o ministro do STJ, Carlos Ayres Brito, declarou que se o mensalão não for julgado até junho de 2012,  o julgamento não poderá acorrer este ano.
Já o ministro  Ricardo Lewandowsk, ( revisor da ação penal do mensalão), afirmou: “este ano ainda julgaremos o mensalão. A expectativa e não apenas dos ministros ( do  STF), mas da sociedade brasileira e também minha”
Considerando que estamos no mês de maio e baseado na informação do ministro Carlos Ayres, deduzo que seria natural Lewandowski afirmar que o julgamento será realizado “no próximo mês” ( junho) e não “este ano”.
 Jorge Roriz

Marcha para Jesus: 300 mil pessoas. Marcha dos maconheiros 250 pessoas

19/05/2012

Por Bernardo Tabak, no Portal G1: A Marcha para Jesus do Rio de Janeiro começou às 14h40 deste sábado, com sete trios elétricos e milhares de fiéis percorrendo ruas e avenidas do Centro da cidade. O percurso começou na Central do Brasil e se estende até a Cinelândia. Neste ano, de acordo com o pastor Silas Malafaia, a marcha ressalta os temas: as liberdades de expressão e religiosa, a vida e a família tradicional.

Os fiéis e os trios, onde se apresentam diversos cantores e grupos evangélicos, percorrem as avenidas Presidente Vargas e Rio Branco, além da Praça Mahatma Gandhi, na Cinelândia. No início da festa gospel houve chuva de papel picado e explosão de fogos de artifício.

“O bacana desta marcha é ser uma festa do povo evangélico de tudo que é igreja. Não tem gente só da minha igreja, mas de várias, e todos os fiéis estão com muita vibração”, ressaltou Malafaia, que participa há 17 anos da Marcha para Jesus.

Este ano, de acordo com organizadores, mais de 300 ônibus trouxeram evangélicos de vários bairros do Rio, da Baixada Fluminense e das regiões dos Lagos e Serrana.

Discurso e orações Ao longo do trajeto, um grito cantado por milhares de fiéis ecoou no Centro do Rio: “Governador, autoridades, é Jesus Cristo quem comanda essa cidade”. Durante o percurso, membros de igrejas evangélicas fizeram discursos contra a corrupção, adultério, pedofilia e prostituição.

Na chegada à Cinelândia, o pastor Silas Malafaia criticou o Projeto de Lei 122, que criminaliza atos discriminatórios contra homossexuais. Apesar de ser contrário ao projeto que tramita no Congresso Nacional, o pastor enfatizou que “não tem nada contra a prática do homossexualismo” e que “cada um segue o que quer ser”.

“A marcha está fazendo um protesto contra a PL 122, a dita lei da homofobia, mas que, para nós é uma lei do privilégio. É uma lei para botar mordaça na sociedade para ninguém expressar opinião contra os homossexuais. Esse projeto de lei fere a constituição afirmando que, se um homossexual se sentir constrangido, filosoficamente ou ideologicamente, pode levar a pessoa que o constrangeu a pegar cinco anos  de cadeia”, falou Malafaia.

Por Reinaldo Azevedo

O Brasileiro é cristão, ético. Defende a família e os bons custumes. Os comunistas serão derrotados.

Se fumar maconha é crime, é inconcebível que o STF tenha liberado a macha da maconha.

Jorge Roriz

TV Record: R$ 100 milhões de prejuízo

19/05/2012

Edir Macedo, líder da Igreja Universal e principal acionista da TV Record foi informado de que sua emissora fechará o ano de 2012 com um prejuízo estimado em R$ 100 milhões. Trata-se de um prejuízo 66% maior que o do ano passado, quando a emissora fechou com R$ 60 milhões negativos, segundo informação da coluna Radar, de Lauro Jardim (“Veja”).

Porque os diretores da emissora não faz uma  Campanha da Fogueira Santa? Por que a tal foqueira santa só serve para enganar os fiéis. Eles resolve o problema dos outros e não resolvem o deles?

Jorge Roriz

Discurso imperdível do senador Mário Couto – Assistam

19/05/2012

18/04/2011 – Mário Couto cobra punição para petistas envolvidos em denúncias e critica Marta como vice-presidente do Senado
Em discurso nesta quarta-feira (18), o senador Mário Couto (PSDB-PA) voltou a criticar o PT, afirmando que as maiores figuras do partido já se envolveram em denúncias de irregularidades no uso do dinheiro público. Segundo ele, “há muito tempo é sabido o relacionamento do PT com a corrupção”.

Militares articulam comissão paralela

19/05/2012

Sete oficiais da Marinha vão integrar o grupo que acompanhará os trabalhos da Comissão da Verdade do governo

Iniciativa do Clube Naval também tem o apoio de militares de Exército e Aeronáutica

Folha de S. Paulo

Militares reformados das três forças resolveram se unir para acompanhar os trabalhos da Comissão da Verdade, instituída pela presidente Dilma Rousseff.

Uma comissão paralela foi criada pelo Clube Naval para acompanhar os trabalhos da Comissão da Verdade. A cada parecer da comissão do governo, o grupo pretende dar sua versão sobre o tema.

“Escolhemos oficiais e sócios que participam do dia a dia do clube. Decidimos formar um grupo para acompanhar os trabalhos da comissão e as discrepâncias em relação à nossa verdade”, disse o almirante Ricardo da Veiga Cabral, do Clube Naval.

Sete militares reformados da Marinha foram escolhidos para integrar o grupo que acompanhará os trabalhos da Comissão da Verdade. Todos tem formação em direito.

Em reunião, na quinta-feira, na sede do Clube da Aeronáutica, no centro do Rio, os presidentes dos clubes militares apoiaram a iniciativa do Clube Naval de criar uma comissão paralela.

Pensamento do dia

19/05/2012

“O problema do PT com o PMDB na CPI é que nós não concordamos com a proposta do (senador Fernando) Collor de investigar a imprensa.”

Henrique Alves, líder do PMDB na Câmara (PMDB-RN)

Juthay condena os ataques petista contra a imprensa

19/05/2012

O deputado federal Jutahy Magalhães Jr. (PSDB) criticou durante discurso na Câmara, as declarações do presidente nacional do Partido dos Trabalhadores, Rui Falcão, contra a liberdade de imprensa. Segundo o tucano, integrantes do Partido dos Trabalhadores, “alguns, desavisados, outros mensaleiros e seus aliados, querem utilizar a CPI [do Cachoeira] para esconder o julgamento que deverá ocorrer ainda este ano no Supremo Tribunal Federal dos implicados no mensalão”. Para Jutahy, “as denúncias publicadas pela revista ‘Veja’ e pelo jornal ‘Folha de São Paulo’’ e as provas de sua veracidade não puderam ser refutadas pelo PT de tão evidentes, ao contrário, a maior parte delas resultou na demissão ministros e funcionários”. Ele também questionou a “tentativa de desqualificar o Procurador Geral da República com o objetivo de levá-lo a depor na CPI do Cachoeira. O pretexto usado foi uma observação do delegado da Polícia Federal que fez as investigações, ao dizer que o Procurador Geral retardou por dois anos o inquérito contra Cachoeira”.

Guarda municipal do Rio, quase enforca ambulante

18/05/2012

 O ambulante, mais conhecido como “Garçom do Sinal”, que há 21 anos vende água e refrigerantes na esquina da Rua do Russel com Av. Beira Mar, na Glória, foi violentamente abordado por Guardas Municipais do Rio de Janeiro.
A agressão ocorreu no final da manhã desta sexta feira dia 18/05/2012, e as pessoas que passavam pelo local ficaram revoltadas com a forma de abordagem e conduta dos Guardas Municipais, que somente após perceberem a ocorrência da filmagem, pararm de agredir o ambulante. As imagens foram captadas e editadas pelo radialista e jornalista Marcio Motta que as disponibilizou na internet, afim de que, a pressão popular possa incentivar a Prefeitura a tomar medidas para melhor preparar a Guarda Municipal.

O Papa é Pop. Cartas confidenciais vazaram

18/05/2012

A publicação de uma série de cartas confidenciais do papa Bento 16 sobre temas como as intrigas do Vaticano e os escândalos sexuais do padre mexicano Macial Maciel, provocou desconforto na Itália diante de um vazamento de informações sem precedentesEste é o maior vazamento de documentos na história recente do Vaticano, que até agora não se pronunciou oficialmente sobre o assunto.

o livro descreve manobras e confabulações dentro do Vaticano e inclui relatórios internos enviados para o Papa sobre políticos italianos como Silvio Berlusconi e o presidente da República Giorgio Napolitano.

Um resumo do livro, que estará à venda no sábado em toda a Itália com o título “Sua Santidade, cartas secretas do Papa”, escrito por Gianluigi Nuzzi, autor do best-seller “Vaticano SA”, sobre as finanças da Santa Sé, foi publicado nesta sexta-feira pelo jornal “Il Corriere della Sera”.

FOLHA

NESTE DOMINGO: MANIFESTAÇÕES POPULARES PEDEM O JULGAMENTO DO MENSALÃO

18/05/2012

Manifestantes vão se reunir no domingo, 20, para coletar assinaturas e pressionar pela agilidade do julgamento dos acusados de participar do esquema do mensalão. Os protestos do Mutirão Nacional pelo Julgamento do Mensalão vão ocorrer no Rio de Janeiro, em São Paulo, Belo Horizonte, Belém, Vitória, Florianópolis, João Pessoa, Cascavel (PR) e Botucatu (SP).

Os organizadores da manifestação pretendem coletar mais assinaturas para a petição, que será enviada ao Supremo Tribunal Federal (STF) solicitando a aceleração do processo, que já dura mais de quatro anos. Até o momento, 28 mil pessoas aderiram ao movimento.

Em São Paulo, o ato está marcado para começar às 10h no vão do Museu de Artes (MASP). No Rio, a manifestação ocorre no Posto 9, em Ipanema, entre 11h e 14h, onde será montada a alegoria de uma prisão.

Atualmente, o processo do mensalão aguarda a revisão do ministro Ricardo Lewandowski. Os manifestantes duvidam que o magistrado conclua seu trabalho em tempo hábil para que o julgamento tenha início ainda neste semestre e por isso querem pressionar o STF.

Folha Online

Esquenta o clima no setor militar

18/05/2012

MILITAR

Por Carlos Chagas ( Fonte: site de Claudio Humberto)

Não há como tapar o sol com a peneira: é tenso o clima nas forças armadas, depois do discurso da presidente Dilma Rousseff na solenidade de instalação da Comissão da Verdade. A turma da reserva faz espuma, mas são os contingentes da ativa, com oficiais-generais à frente, que mais se ressentem dos conceitos exarados pela chefe do governo. Em especial quando ela afirmou não haver perdão para os autores de crimes como tortura, seqüestro, assassinato e ocultação de cadáveres. O sentimento castrense é de que se não há perdão de um lado, não poderá haver de outro. Assim, aguardam que a Comissão da Verdade venha a investigar também os excessos praticados pelo “lado  de lá”, ou seja, os crimes dos  subversivos e terroristas nos anos de chumbo. Discordam da valorização acentuada pela presidente, “dos que enfrentaram bravamente a truculência da ditadura”. Porque para eles,  truculentos também foram os que assassinaram, seqüestraram e assaltaram, naquele idos, em nome da resistência ao regime.

É claro que os abomináveis atos dos agentes do Estado devem ser investigados e denunciados, dispondo-se os atuais chefes militares a engolir a exposição de antigos companheiros  implicados naqueles crimes. Por isso os comandantes das três forças compareceram à cerimônia no palácio do Planalto. O problema está no reverso da medalha, ou seja, a exaltação da violência igualmente praticada por parte dos que se opuseram aos governos militares.

De forma alguma a democracia será abalada por esse confronto de concepções, mas fica difícil apagar a impressão, mesmo falsa, de que o governo cultiva a revanche, tantos anos depois. Em vez de incorporar as forças armadas à tarefa de construir o futuro, os atuais detentores do poder contribuem para discriminá-las, sabendo que seus atuais responsáveis também repudiam os crimes do passado e  nada tiveram a ver com eles.

 

EUA já tem plano pronto para atacar o Irã

18/05/2012

Maayan Lubell

Os planos dos EUA para um possível ataque contra o Irã estão prontos, e tal opção está “totalmente disponível”, disse o embaixador norte-americano em Israel, Dan Shapiro, dias antes de Teerã retomar as negociações com potências mundiais acerca do seu programa nuclear. A exemplo de Israel, os EUA dizem ver a força militar como último recurso para impedir que o Irã desenvolva armas nucleares. Teerã insiste no caráter pacífico do seu programa atômico. “Seria preferível resolver isso diplomaticamente e por meio do uso da pressão em vez do uso da força militar”, disse o embaixador Shapiro em declarações transmitidas na quinta-feira pela Rádio do Exército de Israel. “Mas isso não significa que essa opção não esteja plenamente disponível — não só disponível, como pronta. O planejamento necessário foi feito para garantir que esteja pronta”, disse Shapiro. A rádio disse que ele fez as declarações na terça-feira. EUA, Rússia, China, Grã-Bretanha, França e Alemanha têm usado sanções e negociações para tentar convencer o Irã a abandonar seu programa de enriquecimento de urânio, que pode ter finalidades civis ou militares. Uma nova rodada de negociações começou no mês passado em Istambul, e terá continuidade na quarta-feira que vem em Bagdá.

COMISSÃO DA MENTIRA: UMA MOEDA FALSA DE UM LADO SÓ

18/05/2012

Um babão medíocre e puxa-saco afirmou em sua pagineta que incentivo o ódio. Ele certamente chama “ódio” o debate aberto de ideias e a defesa de um princípio: o de que os agentes da lei devem, em primeiro lugar, respeitar… as leis. Modéstia às favas, ninguém discutiu com tantos detalhes a tal Comissão da Verdade como fiz neste blog. O texto mais relevante está aqui. Anteontem, um dos membros do grupo, José Carlos Dias — que foi advogado de presos políticos e ministro da Justiça, por algum tempo, do governo FHC — afirmou o óbvio, a saber:
a) a Comissão da Verdade não pode rever a Lei da Anistia;
b) a Comissão da Verdade pode, sim, apurar também os crimes da esquerda.

Dias é insuspeito de ser “de direita” ou “amigo do Regime Militar”, como poderiam dizer alguns trouxas. Ao contrário: fez a sua história lutando contra a ditadura, ligado à Comissão Justiça e Paz e a dom Paulo Evaristo Arns. Foi corajoso sem ser porralouca.

Dias está certo. O texto que criou a comissão está aqui. Vamos ao item “a” da sua fala. Diz o Artigo 6º da Lei:
“Art. 6o Observadas as disposições da Lei no 6.683, de 28 de agosto de 1979, a Comissão Nacional da Verdade poderá atuar de forma articulada e integrada com os demais órgãos públicos, especialmente com o Arquivo Nacional, a Comissão de Anistia, criada pela Lei no 10.559, de 13 de novembro de 2002, e a Comissão Especial sobre mortos e desaparecidos políticos, criada pela Lei no 9.140, de 4 de dezembro de 1995.”

Está claro, não? A Lei nº 6.683 é a Lei da Anistia. Logo, a comissão foi criada incorporando a dita-cuja. Qualquer outra interpretação, nesse particular, viola o texto que lhe deu origem. Mais ainda: a anistia fez parte do texto da lei que criou a Constituinte brasileira. Declarar a sua nulidade corresponde a declarar sem validade a lei que está na raiz da nova constituição.

Vamos agora ao “item b” da fala de Dias. Diz o Inciso III do Artigo 3º da lei que criou a Comissão que ela vai:
“II – identificar e tornar públicos as estruturas, os locais, as instituições e as circunstâncias relacionados à prática de violações de direitos humanos mencionadas no caput do art. 1o e suas eventuais ramificações nos diversos aparelhos estatais e na sociedade;”

Logo, a lei  estabelece que se devem investigar todos os crimes, não só aqueles praticados pelo agentes do Estado. As violações dos direitos humanos praticados por grupos de esquerda, que mataram mais de 120 pessoas, podem e devem ser investigadas. Nunca é demais dizer: é mentira que todos os seus autores tenham sido identificados.

Os hipócritas e a verdade
Já demonstrei aqui meu ceticismo sobre o andamento dessa comissão e fiz restrições a duas integrantes do grupo: a advogada Rosa Maria Cardoso da Cunha e a psicanalista Maria Rita Kehl. Sobre Rosa Maria, que foi advogada de Dilma quando esta foi presa, escrevi.
Sempre que temas dessa natureza vêm à baila, Dima dá um jeito de confundir a própria história com a história do país, o que não é um bom procedimento. Já fez homenagens a companheiros de luta em solenidades oficiais, ligando-os à construção da democracia, afirmação que nada tem a ver com uma Comissão da Verdade. Eleita e governando segundo o estado democrático e direito, não cumpre à presidente mistificar o próprio passado. Ao nomear aquela que foi a sua advogada para a comissão, é como se fizesse um desagravo a si mesma.

Voltei
O melhor que  Dilma pode fazer agora, e não depois, é destituir sua ex-advogada da função — a menos que a própria presidente aposte na confusão. Quatro dias depois de nomeada, Rosa Maria mete os pés pelas mãos e fala uma porção de bobagens. Leiam, em vermelho, trechos do que informa Denise Luma, na Folha. Comento em azul:
*
A advogada Rosa Maria Cardoso da Cunha, 65, integrante da Comissão da Verdade, afirmou ontem que o órgão foi criado para investigar os crimes de agentes de Estado que atuaram na repressão aos opositores da ditadura militar (1964-1985).
(…)
Ex-defensora de presos políticos, entre eles a presidente Dilma Rousseff, Rosa disse ontem que a lei que criou a comissão tinha por objetivo rever a conduta do Estado no período. A interpretação exclui atos da guerrilha.
“Pela lei, a comissão foi criada para trabalhar pensando nos problemas que o Estado brasileiro tem na sua constituição e na sua estrutura. O Estado está revendo sua conduta como Estado, dos seus agentes públicos”, afirmou.

Se a transcrição de sua fala está correta, não será com ela que Dilma vai aprender retórica. Bem, dizer o quê? Transcrevi a lei. Ou dona Rosa está mentindo de forma deliberada ou não leu o texto que lhe conferiu a função. Neste blog, argumenta-se. Neste blog, vai-se à lei. Neste blog, chama-se mentira de “mentira”. Até tentei ler com boa-vontade suas palavras, mas ela não deixa.

“Não sei ainda qual a opinião dos demais integrantes da comissão sobre a leitura da lei, mas não se entende que a comissão fará uma análise de todo o período. É preciso ter foco”.
Huuummm… A Lei fala em analisar crimes cometidos por agentes do estado e da sociedade entre 1946 (E NÃO “1964″) e 1988. Ela quer foco no período e foco nos criminosos. Alguma dúvida: ela quer investigar os militares de 64. E ponto! Como eu não tenho medo das palavras, então eu as emprego. Ela quer revanche. Estou exagerando? Aquele babão medíocre e puxa-saco diria que sim. As palavras e os fatos dizem que não. Leiam o que segue.

Ontem, a advogada disse não considerar impossível que o país reveja a Lei da Anistia de 1979, que perdoou crimes da repressão e da guerrilha. O STF (Supremo Tribunal Federal) manteve a validade do texto em julgamento em 2010.
“Já houve uma anistia, mas uma parte das vítimas quer outra interpretação dessa anistia para que possa existir processo, para que possam entrar no Judiciário reivindicando determinados direitos”, afirmou Rosa.
“Não estou dizendo que vai acontecer, mas isso mostra que, dependendo do contexto político, essas decisões são reavaliadas e são alteradas.”
É o caso, reitero, de demissão. Dona Rosa só existe nessa função porque uma lei lhe conferiu tal papel. E essa mesma lei diz que a comissão tem de respeitar a Lei da Anistia. Está lá a transcrição.

Esta senhora é advogada? Espero que tenha sido melhor no tempo em que trabalhou para Dilma. Como é? Quer dizer que “uma parte das vítimas” quer outra interpretação? Agora são as “vítimas” — e não mais o Judiciário — que dão a interpretação última de uma lei? Já existe uma decisão tomada pelo Supremo sobre a validade da Lei da Anistia, mas esta senhora tem uma noção muito particular do que seja segurança jurídica: a depender do contexto político, manda-se o Judiciário às favas… Vamos adiante.

Ela citou o caso da Espanha, onde o movimento dos indignados retomou o debate sobre a punição de crimes da ditadura de Francisco Franco (1939-1975).
“A transição [espanhola] foi pactuada, se decidiu completamente não rever o passado, e agora o movimento dos indignados está retomando a discussão”, afirmou.
Por incrível que pareça, ora vejam!, a nossa transição também foi pactuada — ou alguém se lembra de o regime ter sido derrubado com um movimento sangrento? No caso da Espanha, quem tentou rever a lei foi o maluquete Baltasar Garzon, dado a entendimentos heterodoxos sobre os limites das leis, nesse caso e em outros. Seu “amor” à justiça é tal que autorizou escutas telefônicas ilegais sob o pretexto de combater crimes. Foi condenado a ficar 11 anos afastado de suas funções — seus partidários, lá como cá, falaram que era tudo tramoia da… direita! A Espanha em peso, exceção feita à extrema esquerda e a alguns artistas do miolo mole, recusaram a sua tentativa de, em 2011, encruar casos ocorridos entre 1936 e 1975. A exemplo do Brasil, a Espanha também aprovou uma Lei de Anistia — lá, em 1977; aqui, em 1979.

Dona Rosa, vê-se, está querendo confusão. Foi posta no função por Dilma sob o auspício de duas leis: a da Anistia e a que criou a comissão — lei que incorpora a primeira. Não obstante, ela demonstra a disposição de não levar a sério nem uma nem outra. Não posso crer que a presidente não soubesse o que ela pensava a respeito desses temas.

Como e que fica, então? Ou será dona Rosa está lá para que a insensatez seja chamada de “progressismo” e a a razão de “reacionária”?

Por Reinaldo Azevedo

Governador do Rio de Janeiro foi blindado na CPI

18/05/2012

 ”Em nenhum lugar a Delta cresceu tanto como lá, e ninguém faz nada”

Senadora Kátia Abreu (PSD-TO) inconformada com a blindagem do governo do Rio de Janeiro

A MARCHA PELA VIDA

18/05/2012

O fantasma da legalização do aborto ronda-nos novamente com a Reforma do Código Penal Brasileiro. Um anteprojeto de lei preparado por uma Comissão de Especialistas para o Senado Federal propõe a legalização do aborto até a 12ª Semana de Gestação. Portanto, devemos estar atentos para novamente impedir que essa proposta possa ser aprovada pelo Congresso Nacional. O Movimento Nacional da Cidadania Pela Vida – BRASIL SEM ABORTO, convida a todos que defendem a vida desde a concepção a participarem da reunião de mobilização e divulgação da: 5ª MARCHA NACIONAL DA CIDADANIA PELA VIDA Local: Sede da LBV – Legião da Boa Vontade, na 915 Sul, BsB DF. Dia: 19 de maio de 2012 Horário: 15:00h Não fique fora dessa luta. Garanta os direitos do bebê por nascer! Como se pode ver nos cartazes em anexo, a Marcha será realizada no dia 26/06. Temos pouco tempo para mobilizar e divulgar e precisaremos da colaboração de todos. Compareça! Chame outros amigos que querem promover e defender a vida! CONTATOS: Lenise Garcia: 61 – 8111 6961 Coordenadora Nacional da 5ª Marcha Nacional da Cidadania Pela Vida Allan Araújo: 61 – 8131 1518 Coordenador adjunto da 5ª Marcha Nacional da Cidadania Pela Vida Damares Alves: 61 – 9161 5023 Coordenadora adjunto da 5ª Marcha Nacional da Cidadania Pela Vida Marli Virgínia Lins e Nóbrega: 61 – 9977 6564 Coordenadora adjunto da 5ª Marcha Nacional da Cidadania Pela Vida email: cidadaniapelavida@gmail.com

A COMISSÃO DA MENTIRA É UMA MOEDA DE UM LADO SÓ

18/05/2012

Recolhido em sua residência, Leônidas, que está com 91 anos, evita fazer declarações à imprensa, mas fez questão de falar sobre a instalação da Comissão da Verdade por considerar que os militares estão “sendo injustiçados” e não vê quem os defenda no governo. Segundo ele, quando Nelson Jobim era ministro da Defesa havia um interlocutor. “Ele se colocava”, disse. “Mas o seu sucessor, Celso Amorim, que deveria se manifestar está ligado ao problema.”

O general se diz indignado com o que define como “injustiça que está sendo feita com o Exército”. Para ele, a Força está sendo “sumariamente julgada e punida”. Mas Leônidas defendeu a liberdade de expressão. “Que se respeite a minha opinião. Aqui é uma democracia. A palavra é livre e isso foi graças à nossa intervenção”, reagiu.

Para ele, “embora o discurso seja de que não haverá punição com esta Comissão da Verdade, já estão promovendo a maior punição ao Exército, que está tendo o seu conceito abalado injustamente”.

O ex-ministro do Exército acha que os comandantes militares deveriam falar em defesa da categoria e espera que eles, pelo menos, estejam levando a insatisfação dos oficiais aos demais integrantes do governo em relação à Comissão da Verdade. Leônidas declarou ainda que os comandantes do Exército, da Marinha e da Aeronáutica “têm de orientar como os militares que forem chamados à comissão devem se comportar”.

Convite. O general da reserva não acredita que será convidado a depor na comissão. “Não há razão para eu ser convidado”, declarou ele, citando que no tempo em que o DOI-Codi do Rio de Janeiro esteve vinculado a ele, entre abril de 74 e fevereiro de 77, “nunca apareceu nada nem ninguém que tivesse alegado ter sido torturado”. E emendou: “Eu já desafiei que alguém se apresentasse na TV e nunca apareceu nada”.

Nas declarações feitas ao Estado, o ex-ministro – que foi um dos avalistas da posse do presidente Sarney, quando Tancredo Neves morreu, garantindo a transição de um governo militar para o civil – diz que a presidente Dilma Rousseff tem que “esquecer o passado, olhar para a frente” e se preocupar com o futuro do País.

O general Leônidas Pires rechaçou a possibilidade de a Lei de Anistia ser revogada, como um segundo passo, depois de a comissão da Verdade fazer seu trabalho, por conta de pressão das esquerdas. “Isso não tem cabimento. A não ser que exista vontade expressa do revanchismo.”

Para ele, “é impossível mexer na Lei da Anistia, que foi fruto de um acordo no passado e que já foi chancelada pelo Supremo”. E emendou: “Se quiserem fazer pressão no Supremo, o poder moderador tem de entrar em atuação no País”.

Estadao

Defesa de Cachoeira pede no STF novo adiamento de depoimento à CPI

17/05/2012

Os advogados do empresário Carlinhos Cachoeira entraram na noite desta quinta-feira (17) com uma petição no STF (Supremo Tribunal Federal) pedindo um novo adiamento do depoimento dele à CPI.

ISSO É UMA AFRONTA A JUSTIÇA, ELE ADIA, MAS NO DIA DA APRESENTAÇÃO VAI FICAR CALADO. SE VAI FICAR CALADO POR QUE ADIA? PARA OS PETRALHAS TEREM TEMPO DE BLINDAR SEUS “COMPANHEIROS”

PSDB acusa PT de usar acidente para atacar governo de SP

17/05/2012

 

Leia a nota oficial na íntegra:

 

É lamentável que o PT utilize um acidente para fazer política partidária e atacar o governo com inverdades. Ao invés de se solidarizar com a população paulista, o PT utiliza de falácias para tentar alavancar seu candidato à Prefeitura de São Paulo. É a velha tática petista do ‘quanto pior melhor’.

 

O Governo de São Paulo investe pesadamente no Metrô, em nível só comparado ao da China. Em 2011, a rede de Metrô cresceu 5,4 km e ganhou quatro novas estações. Hoje temos quatro linhas em obras, simultaneamente. Até o final de 2014 serão 100 km de extensão, com acréscimo de 30 km, além de mais de 40 km já contratados para serem entregues em 2015 e 2016.

 

Tudo isso foi feito pelos Governos do PSDB, sem um Real em auxílio do Governo Federal do PT nos últimos nove anos. Os recursos federais que entraram nos cofres paulistas foram apenas por linhas de crédito, pagas, com juros e correção, pelo Governo de São Paulo por meio da arrecadação de impostos do contribuinte paulista e só possíveis de serem obtidas graças à boa administração estadual, que ainda permite que o Estado tenha margem para endividamento.

 

Querer comparar recurso de empréstimo à gentileza do Governo é como dizer ao cidadão que financia seu imóvel que o banco o está ajudando a quitar suas parcelas.

 

Deputado Pedro Tobias, Presidente do Diretório Estadual do PSDB-SP e Deputado Julio Semeghini, Presidente do Diretório Municipal do PSDB-SPN

 

Senador Álvaro Dias condena a convocação de Policarpo

17/05/2012

O senador Álvaro Dias (PSDB) repudiou a aprovação do pedido de convocação do jornalista Policarpo Junior, da revista Veja, a prestar depoimento na CPMI de Cachoeira. Segundo Dias, o ato representa uma ameaça velada à liberdade de imprensa e uma afronta à legislação do país. “Não há como aceitar qualquer tipo de ameaça à liberdade de expressão e de imprensa. O jornalista nada mais fez do que exercer sua atividade na busca pela informação de interesse público. Convocar o jornalista seria um precedente pernicioso, uma indignidade”, alegou o senador que completou: “Em nome da dignidade da imprensa brasileira e sobretudo pela liberdade de expressão no nosso País, votamos contra este requerimento”.